
FACULTAD
DE POSTGRADO
MESTRADO
EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
GRUPO:
RR
A
EDUCAÇÃO TECNOLOGICA E A BUSCA DO CONHECIMENTO
ANÁLISE DO ARTIGO PLANETA WEB 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food
O
primeiro capítulo do artigo com o titulo “Nociones Básicas Alrededor de La Web
2.0” vai falar da origem do mone “meme”, apresentar e criticar os sete
princípios que constituem a web 2.0 a partir da convicção de O’Reilly no artigo
What is Web 2.0. O’Reily ressalta que a transição da web 1.0 para a um 2.0 foi
uma grande explosão para os negócios na internet em 2000.
Como
primeiro princípio constitutivo, a web como plataforma está no cerne da 2.0 e hoje
esta mais evidente do que em 2007. Pode-se dizer até que grande parte dos
serviços e negócios digitais são webtop ao invés de desktop.
A
web é o local de armazenamento e disseminação de conteúdos e experiências, é um
grande utilizador dos programas dos computadores tais como editor de texto e
imagem, armazenamento de dados, gerenciadores de planilhas etc. Muito mais do
que isso a web é uma plataforma de conteúdo gerado pelo usuário, podemos citar
como exemplo de conteúdo o Wikipédia e os blogs, no caso dos usuários, poucos
são apenas passivos.
A
inteligência coletiva é o elemento constitutivo seguinte. O autor cita Berners-Lee
(2000) e a ideologia da internet como uma dinâmica, igualitária, fácil uso e
acesso gratuito.
O
terceiro elemento constitutivo “La gestión de La base de dados como competência
básica” pode- se adicionar à inteligência coletiva a possibilidade de perceber
e analisar padrões de utilização de sites, sistemas e softwares online e os substratos
informais provenientes.
O
fim do ciclo das atualizações de versões dos softwares é o quarto elemento
proposto por O’Reilly. A crescente capacidade de armazenamento, tráfegos de
dados e processamento dos computadores e estrutura técnica, associada a novas
demandas de consumo e produção, levou a softwares oferecidos online de forma
gratuita. O Adobe uma empresa baluarte dos softwares com licenças vendidas
anualmente, já disponibiliza de forma online uma versão light de seu programa
Photoshop.
De
acordo com o que já foi citado, o capitulo vem mostrar o modelo de programação
rápida, que prioriza a simplicidade e avança cada vez mais rápido. Os softwares
online oferecem a possibilidade de utilização de um aprendizado muito mais preciso
e serviços minimalistas que oferecem apenas
o que o usuário de fato quer, e principalmente, a grande possibilidade de mash
ups. O autor cita como exemplo o caso do Goolge Ads, hoje uma referência no
tema.
É
possível também explicar com os aplicativos sociais para sites como Facebook e
Orkut permitem que novos serviços e jogos sejam criados ou adaptados para os
sites de redes sociais. Ainda são citados como elementos constitutivos da web
2.0 a multiplicidade de dispositivos que podem ser usados até hoje, como os
notebooks, netbooks, smartphones e outros sistemas. Não podemos deixar de citar
a experiência enriquecedora do usuário onde este tem à sua disposição conteúdos
dinâmicos e multididáticos.
O
capitulo é finalizado com a explanação dos novos modelos de negócios possíveis
e cambiantes na web 2.0, o autor alega que os sites web 2.0 devem ser pensados
como uma estrutura de três vertentes: tecnologia, comunidade e negócio.
A
Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das
regras para obter sucesso nesta nova plataforma, e a regra mais importante é
desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem
melhores quanto mais são utilizados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva. A partir dos anos 60 e 70 uma comunidade de cientistas e sistemas
informáticos redes, que se auto denominavam hackers, concordaram em usar suas habilidades coletivamente para
explorar novas tecnológicas o que possibilitou a criaçam do software programas de computador que surgem grátis e
permite aos usuários copiar, modificar ou distribuir o conteúdo sem ter que
pagar.
À medida que aumentou a troca aberta , livre os hackers tiveram uma nova concepção sobre a
importancia do papel dos computadores em transmitir informações a sociedade, essencial para o
desenvolvimento e expansão do conhecimento. Devemos ser capazes não apenas de
descobrir, mas de criar, compartilhar conhecimentos através de redes de
cooperação mútua.
O
conceito de intercreatividade se aproxima do ponto de vista técnico-econômico
potencial de colaboração que está por trás do uso de tecnologias de rede, como
o que é construído ciberespaço e compartilhado entre as pessoas através de
redes de cooperação, foi esse mesmo
raciocínio que levou Berners Lee criar o WWW (World
Wide Web). Este princípio é
fundamental para o espírito das comunidades de colaboração abertas hackers. A
inteligência de cada pessoa sobre algo,
não tem conhecimento absoluto. É por esta razão que é essencial a inclusão e a
participação de todos. Rheingold, em consonância com essa idéia de inteligência, explica que a
atual apropriação das tecnologias digitais tem um impacto direto na formação e
construção de novas dinâmicas de capital social. A tecnologia digital é a
espinha dorsal deste movimento , uma vez que toda a interação ocorre longe e
trabalha com a distribuição de mensagens por meio de redes sociais onde todos podem acessar através do seu telefone, computador ou
outros dispositivos móveis.
Sabedoria
das Multidões ( Surowiecki ). Cem cérebros pensam melhor que um. Esta adiciona
novas contribuições para a idéia do valor da troca e integração de conhecimento
individual. O autor explica que a soma das decisões coletivas de muitas pessoas
é mais precisas do que as decisões individuais que podem levar um único membro
do grupo.
Surowiecki
propõe quatro condições essenciais para alcançar a soma de inteligências:
1.
Diversidade de opiniões entre os indivíduos que formam o grupo.
2.
Independência de critério.
3.
Certo grau de descentralização, que permita a existência de subgrupos dentro do
coletivo.
4.
Existência de algum mecanismo de inclusão de auxílios individuais nas decisões
coletivas.
Arquitetura
da Participação ( O'Reilly ), têm seu principal potencial para facilitar a
criação de uma rede colaborativa de indivíduos, que se baseia no que ele chama
de uma arquitetura de participação. Isto é, a estrutura reticular que suporta a
teia é reforçada na medida em que mais pessoas usá-los. Esta arquitetura é
construída em torno de pessoas, não Technologies.
O
autor explica que uma das qualidades da Web 2.0 é que ele fornece muitas
ferramentas para a cooperação, não só acelerar as interações sociais entre
pessoas que estão separadas por as dimensões do tempo e / ou espaço, mas a sua
estrutura de rede promove a gestação de espaços abertos para a colaboração e a
inteligência coletiva, porque muitos interagem com muitos.
Segundo
O'Reilly, a Web 2.0 é uma atitude , e não apenas uma tecnologia. O poder desta
plataforma web é sua capacidade de servir como um intermediário dá circulação
de dados fornecidos pelos usuários. Consistente com esta levantada Himamen
(2002), O'Reilly observou que após essa arquitetura é uma cooperação implícita
ética participativa , onde a Web funciona principalmente como um corretor
inteligente , ligando as bordas entre si e com as possibilidades oferecidas
pelo usuário.
Esta
arquitetura de participação é responsável por mudanças tecnológicas, as até
mesmo uma mudança social que oferece às comunidades a oportunidade de ter
ferramentas que se multiplicam às formas pelas quais o conhecimento gerado e
distribuído. A partir desta perspectiva, a abertura é a parte fundamental deste
círculo virtuoso de participação e colaboração ( Lévy , 2005).
Prensky
conclui que, embora para os pais e educadores (imigrantes geralmente digitais)
"conhecimento é poder", no mundo emergente liderado pelos nativos
digitais "poder é o compartilhamento de conhecimento.” Obviamente, os
princípios da coletivização e troca aberta de conhecimento anteriormente
exposto são tomadas muito mais próximas dos hábitos dos nativos digitais.
As
três ideias da intercreatividade: Creative Commons, Folksonomíay colaboratórios.
Particularmente
representativa da Web 2.0 são extremamente eficazes (e popularidade) são
descritas e contribui para perceber esta filosofia de abertura, são os
princípios da coletivização e distribuição do conhecimento.
Creative
Commons é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada e
presidida por Lawrence Lessig, professor de Direito na Universidade de Stanford
e especialista em cibernética.
No
entanto, sua filosofia vai além de ser um licenciamento de software livre. Você
é livre para copiar, distribuir ou modificar a obra, mesmo em alguns casos,
autorizando o uso comercial, mas é obrigatório referir-se a seu autor.
A
idéia principal desta iniciativa é reduzir barreiras legais à criatividade e
por sua vez, permitirá um modelo legal de TI contribuiu para facilitar a
distribuição e uso de conteúdo nas ferramentas de domínio público.
Folksonomía
(sistemas de classificação coletivos) O segundo exemplo, altamente
representativo da Web 2.0 é a folksonomia, ou seja, taxonomia social ou de
organização da informação colaborativa. Tal coletivamente e como foi dito, o
mundo das aplicações Web 2.0, cresce e evolui na proporção da quantidade de
pessoas e comunidades para a troca de informações e experiências através da
Rede.
O
folksonomía permite gerar dados produzidos com a participação de milhares de
sistema colaborativo usuários. Estes utilizados por muitas aplicações de rede
que incorporam a arquitetura de participação, bem como as idéias de
inteligência coletiva e intercreatividade.
Desta
forma orgânica e democrática de classificar a informação que circula na
Internet é baseado em uma arquitetura social construído sobre o princípio de
como de acordo com a soma da contribuição de todos sob o mesmo objetivo:
aproveitar o conhecimento dos outros.
Colaboratorio
(Matsuura) a collaboratory é a representação mais precisa da tecnologia social
em que o conhecimento humano aumenta a sua capacidade de se multiplicar sem
limite para expandir por meio da interação de tecnologias digitais. O melhor
exemplo de um collaboratory é um repositório (ver Wikipédia Repositório).
O
conceito central de um collaboratory é que qualquer pessoa interessada pode
trazer seu conhecimento, experiência ou pontos de vista, porque o que importa é
mapear a construção coletiva do conhecimento em constante desenvolvimento.
Aumentos como uma forma de explorar as ferramentas interativas para gerar e
partilhar tecnologias do conhecimento, uma vez que a possibilidade de dar ou
receber dados, informações e conhecimento é permanentemente, a qualquer momento
e em qualquer lugar há uma conexão com a rede. É um conceito adaptado ao
ambiente digital, que permite aos pesquisadores para a rede que transcendem as
fronteiras.
O
princípio fundamental da collaboratory é compreender a "regra de
reciprocidade”, que pode ser usado muitas vezes a informação de outra pessoa
quer, sempre que seja feita referência ao autor original . Uma regra de
reciprocidade significa dar e receber. Isto é, fazer e ao mesmo tempo
contribuir com o conteúdo relevante para pode enriquecer o estoque de recursos
existentes. No entanto, reflete a arquitetura e filosofia da Wikipédia e a idéia
de compartilhar o conhecimento na sociedade do conhecimento.
Cinco
noções básicas deste capitulo:
1.
Comunidades hackersson um exemplo de práticas de coletivização do conhecimento
e troca de experiências, chave dinâmica na sociedade de hoje conhecimento.
Neste contexto, agregar valor à troca de informações tornou-se um objetivo
importante para o desenvolvimento e expansão do conhecimento.
2.
A idéia de conhecimento aberto é exemplificado através do trabalho e conceitos
cinco autores intercreativity : ( Berners- Lee ) , inteligência coletiva ( Lévy
) Smart Mobs ( Rheingold ) Wisdom of Crowds ( Surowiecki ) e arquitetura de
participação ( O'Reilly ) .
3.
Há exemplos suficientes que demonstram por que o desenvolvimento da Web 2.0 não
é apenas tecnologia, mas principalmente ordem social. Em outras palavras, o Web
2.0 não inventa a colaboração entre as pessoas, mas oferece uma enorme gama de
possibilidades para facilitar o intercâmbio e a cooperação entre os indivíduos.
4.
A consolidação desses espaços intercreatividade não apenas em aberto a
possibilidade para explorar situações inovadoras de comunicação e intercâmbio,
mas também gerar novas oportunidades para a construção social do conhecimento.
A geração desses canais de participação são consolidados, em certa medida, um
legado da cultura no conhecimento compartilhando estruturas hackerde abertas e
horizontais que promovam intercreatividade e inteligência coletiva para o
benefício da comunidade.
5.
Este contexto de colaboração que tem evoluído de uma experiência bem sucedida
com uma maneira de trabalhar em conjunto e formar comunidades on-line,
favorecendo a formação de redes de inovação com base no princípio da
reciprocidade. A fundação que suporta todas estas plataformas de interação está
centrado na idéia de melhorar, simplificar e enriquecer as formas e canais de
comunicação entre pessoas.
No
começo do século XX, os principais meios de comunicação e propaganda apontavam
a então chamada massa, entre os anos 70 e 80 surgiram os artefatos como:
walkman, diskettes, discos compactos, reprodutores de videocassetes domésticos e,
até o computador pessoal, marcando uma nova época, surgiu também o consumismo,
na década de 90 com o aparecimento da World Wide Site e depois do Site 2.0,com
isso uma nova fase relacionada tanto como coletivo como o individual.
A
cada dia o consumidor conta com novos dispositivos e ferramentas que se
modificam e avançam continuamente, as ferramentas do Site 2.0 facilitam o
intercâmbio ao se comunicar através da Rede, sem precisar de intermediários nem
dispositivos de uso sofisticado ou de pagamento, e quanto mais pessoas usam o
Site 2.0 este se volta a cada vez melhor. Estas ferramentas na sua maioria são gratuitas
e fáceis usar, oferece um espaço virtual para escrever e compartilhar conteúdos
multimídia com pessoas de interesses similares e que contribuem e vem a fortalecer
as redes sociais, como exemplo temos o facebook, myspace, yahoo dentre outro
mais.
Já
a idéia dos conteúdos gerados pelo utente (CGU), refere-se àquela informação
produzida por qualquer utente de internet em espaços virtuais de alta
visibilidade sem requerer conhecimentos tecnológicos avançados.
Isto
faz referência a uma evolução desde a etapa em que os cibernautas consomem conteúdos
criados por pessoas com certos privilégios como acesso a plataformas tecnológicas,
experiência em programação, dentre outras, para uma fase em que os conteúdos se
geram por utentes, só precisam um computador, conectividade e conhecimentos básicos
no uso da Rede. É interessante o caso de Reuters7 e Yahoo! (em sua secção,
YouWitnessNews8), companhias que entenderam este fenômeno como uma fonte de
notícias e de participação cidadã, a qual favorece a construção social dos
conteúdos mediáticos.A TV em linha um caso de referência obrigada corresponde a
Corrente TV10, canal de televisionado os Estados Unidos, onde os utentes dirigem
e decidem seus conteúdos como: www.econozco.com, www.friendster.comwww.habbohotel.come
outros mais.
PLANETA SITE 2.0. Inteligência coletiva ou
médiosfastfood oferece aos espectadores à possibilidade de produzir conteúdos audiovisuais
comuns a duração entre 5 segundos e 15 minutos. Depois, a audiência seleciona
os mais populares, que são transmitidos por Internet. Esta é uma iniciativa
similar aos periódicos cidadãos na Rede, como O Morrocotudo12.
Os telefones GSM13 e 3G14 ativos no mundo; 1.100
milhões de utentes de Internet; e uma indústria vídeo-fotográfica que não para de
tirar modelos de todo tipo de tamanho e custo dito de outra forma: há
potenciais repórteres digitais por todas as partes. Por outra parte também
existem outras ferramentas pessoais ou coletivas de escritura como blog ou
wikis para publicar vídeos ou áudios, entre outros, nos que não se conta com
mecanismos de moderação e fica a critério do público acreditar ou não na veracidade
dos conteúdos, onde existe o desejo de se expressar e/ou compartilhar
conhecimento. Por exemplo, o universo dos blogs está baseado na idéia de que
qualquer pode escrever em linha e construir um espaço convencional que
contribua e reforce as relações sociais.
Tem se também o Processador de Textos em Linha que é
uma ferramenta de processamento de texto, cuja plataforma está em linha e por
tanto se pode fazer de qualquer computador conectado, esta aplicação permite
editar, formatar e compartilhar documentos. Uma de suas qualidades é
possibilitar a criação de conteúdos de maneira coletiva e colaborativa. Pode-se editar texto de maneira simultânea, ficando um registro histórico de suas modificações. Ainda que podem-se importar e exportar documentos deste e para MicrosoftWord (DOC), também tem a possibilidade de trabalhar com outros formatos como PDF,ODT, SXW, RTF,HTML, TXT, entre outros.
possibilitar a criação de conteúdos de maneira coletiva e colaborativa. Pode-se editar texto de maneira simultânea, ficando um registro histórico de suas modificações. Ainda que podem-se importar e exportar documentos deste e para MicrosoftWord (DOC), também tem a possibilidade de trabalhar com outros formatos como PDF,ODT, SXW, RTF,HTML, TXT, entre outros.
PLANETA
SITE 2.0. Inteligência coletiva ou de médios fastfood. Estas ferramentas ajudam
a simplificar a elaboração, publicação e distribuição das apresentações estilo
PowerPoint. São fáceis de usar e em sua grande maioria são gratuitas. Convertem-se
num recurso de grande utilidade para o meio educativo e trabalhista. Exe.
www.slide.com, http://empressr.com, http://slideshare.net.
A
Organização Social e Inteligente da Informação sustentam a necessidade de
incorporar ferramentas que ajudem a organizar e aperfeiçoar o processo de busca
e identificação de conteúdos úteis em Internet.
Diversos
autores promoveram a relevância de incorporar tecnologias para aperfeiçoar as
buscas que realiza o utente. A informação trabalhou em criar metodologias para
melhorar a classificação da informação no Site, abrindo passo e, socializando a
relevância deste princípio em diversos contextos.
Todo
este fenômeno de multiplicação da quantidade de informação que existe no mundo
se veio a chamar a explosão da informação, ainda que mais bem deveria se chamar
a explosão da desinformação.
Leitor
de RSS - Agregadores Feeds. A seguir apresenta-se uns exemplos de aplicações
para indicar os conteúdos de diferentes lugares Site em forma de feeds (RSS30,
Atom e outros formatos derivados de XML32/RDF33). Estas aplicações permitem ao
utente recolher os feeds de blogs ou lugares Siteque contem uma maneira
dinâmica a cada renovação de conteúdo. Isto é, indicam-lhe ao utente a cada vez
que se produzem novidades de informação em algum dos portais sindicados. Seu
uso é gratuito, singelo e resulta muito eficiente para poupar tempo de
navegação. Exe.:
ttp://feedburner.com, http://mappedup.com, http://bloglines.com.
Marcadores
Sociais de Favoritos (Social Bookmark) e Nuvens de Tags.
Nesta secção encontram-se diversos administradores de favoritos criados para
armazenar, etiquetar, organizar e compartilhar coletivamente os links mais relevantes da Rede (lugares site, blogs, documentos, música, livros, imagens, podcasts, vídeos, entre outros). Seu acesso é gratuito.
Nesta secção encontram-se diversos administradores de favoritos criados para
armazenar, etiquetar, organizar e compartilhar coletivamente os links mais relevantes da Rede (lugares site, blogs, documentos, música, livros, imagens, podcasts, vídeos, entre outros). Seu acesso é gratuito.
Sua
arquitetura está desenhada baixo a idéia da coletivização do conhecimento e
permite recolher as opiniões de todos os que participam, atribuindo maior
relevância aos conteúdos mais populares. Exemplos. http://de o.icio.us
.www.stumbleupon.com, http://connotea.org, http://1000tags.com.
Aplicações e serviços (mashups). O mapa de
aplicações que faz parte da arquitetura do Site 2.0 é amplo, enormemente
criativo e em permanente renovação. Nesta secção optou-se por analisar alguns
recursos genéricos que se desgostam depois destes novos desenvolvimentos, por
sobre o excesso de descrição de aplicações tecnológicas, que num breve tempo
serão superadas por outras mais avançadas.
Na fase atual de Internet, a informação é
enriquecida por aqueles contribuas que fazem sujeitos desde sua experiência e
contexto, questão que desde as propostas de Nonakae Takeuchi34, resulta finque
para conseguir uma adequada gestão do conhecimento. Uma particularidade que
compartilha um grande número de aplicações Site 2.0 é que favorecem a
interoperatividade e hibridação de serviços. Isto é, foram elaboradas para
facilitar a criação de ferramentas que permitam uma integração mais
transparente (API35) de várias tecnologias numa sozinha. Participação,
abertura, redes de colaboração são algumas das qualidades centrais que
descrevem a estes recursos, os quais contribuem a construir um Site mais
inteligente.
Organizador de Projetos. Os serviços de
administração de projetos no Site constituem talvez o tipo de aplicação mais
completa, já que integram uma ampla gama de instrumentos de organização e
gestão. Estes tipos de recursos além de oferecer atraentes ferramentas para o
trabalho facilitam a organização de equipas que trabalham de maneira distribuída,
apoiados no uso de Internet.
Entre as principais atividades realizadas através
deste tipo de plataformas encontram-se: escritura colaborativa, intercâmbio de
arquivos, calendário agenda, serviço de correio eletrônico, VoIP e outros
recursos para favorecer a organização de atividades, tanto de uso individual
como grupal.
Webtop. Nesta secção encontram-se páginas site que
oferecem as mesmas funcionalidades que um escritório, mas de maneira virtual
(webtop). Estas aplicações oferecem uma série de serviços de gestão da
informação, leitores de feeds, bem como alguns canais de comunicação (e-mail,
chat, etc.), calendários, agenda de direções, ferramentas para escrever nos
blogs, entre outras. Seu interface pode-se personalizar e permitem organizar a
plataforma segundo as necessidades do utente. Algumas das aplicações expostas
replicam as funcionalidades de um sistema operativo virtual simulando um meio
Windows, Mac ou Linux ao que se pode aceder desde o navegador.
A Inteligência conectiva ou médiosfastfood.
Armazenamento no Site. Nesta secção encontra-se uma série de serviços que
oferecem armazenamento remoto, tanto grátis (até 25 GB) como de pagamento.
Estas plataformas oferecem a possibilidade de guardar ou respaldar no Site documentos
ou outros arquivos, protegidos baixo diversos mecanismos de segurança, segundo
requeira-se.
Estes tipos de serviços resultam especialmente úteis
já seja para facilitar a distribuição de arquivos como para contar com um
portfólio virtual que permita seu acesso desde qualquer lugar. Por último, este
tipo de aplicações também facilita o compartilhar documentos com outras
pessoas. Aqui o utente pode agrupar, classificar, armazenar e recuperar seus
arquivos de uma maneira gratuita e muito singela.
No capítulo
quatro o autor de forma crítica enfatiza sobre os valores positivos criados a
partir das ideias de O’Relly no contexto da Web 2,0.Dentre estes, o autor cita: O medo da
tecnologia moderna faz com que um progresso infinito surja, tentando encontrar um
perfil mais honesto com softeres livres e sem custos financeiros, para
utilização comum pela população, que fica restrito ao marketing de empresas
globais que dominam o mercado caríssimo de softeres que cada vez mais são
utilizados e que sofrem aperfeiçoamentos constantes, ficando vulneráveis a
ataques e que softeres livres gratuitos, tem menores riscos de segurança e
muitas vezes mais simples suas inter-faces e utilizações, virtude que sempre
estão também em constantes evoluções, através de comunidades virtuais que
vários programadores e usuários se comunicam eletronicamente e aperfeiçoam seus
programas.O’Relly promove anualmente encontros e palestras para aperfeiçoar
desenvolvedores de programas gratuitos, que são sempre combativos pelas grandes
industrias.
Outra
crítica relatada pelo autor é o do darwinismo digital, que se
refere a evolução tecnológica, fazendo surgi inúmeros vícios de linguagens e
que na pratica surge uma nova língua, a língua eletrônica que é a forma fácil
de comunicação entre os internautas, que abrevia inúmeras palavras e surgem
gírias (vícios linguísticos) que acarreta em uma deficiência da linguagem oral
e escrita, uma vez que habituados aos vícios, os usuários da internet perde a
concepção dos conceitos formais da língua culta.
A
outra crítica citada pelo autor é sobrem o precário uso da tecnologia, em
especial nas escolas, onde em algumas existe a tecnologia, porém o
analfabetismo digital de muitos, impedem o desenvolvimento do aprendizado pelos
possíveis e prováveis usuários daquele espaço, promovido muitas vezes pela falta
de interesse de muitos ou mesmo falta de estrutura, manutenção e falta de
formação para utilização dos mesmos, tornando-se em grande empecilho para
inclusão tecnológica.
O
processo educativo da web 2.0, vem ser mais produtivo, haja visto a utilização
de novos métodos de expressar o conhecimento através de recursos eletrônicos
que envolvem mais os educandos e otimiza o tempo de aprendizagem através de
mecanismos que começam a ser utilizados, como por exemplo o ensino à distancia,
que um só professor consegue está em vários locais ao mesmo tempo. Mesmo o
educando não estando com tempo em determinado momento, ele tem a possibilidade
de acessar a determinada aula, a qualquer tempo e de qualquer lugar através de
internet, se utilizando de recursos de áudio e vídeos, de tirar duvidas com os
tutores à distancia, fazendo perguntas gravadas e recebendo posteriormente a
resposta, tornando o processo educativo mais dinâmico.
O
encaixe perfeito entre paginas especificas de determinados conteúdos ou
comunidades, passa a ser uma marca registrada nessa nova era da informação, fazendo
surgir os blogs, que armazena vídeos, podcats, imagens e conteúdo voltando para
um determinado grupo. Com esse processo o educando deixa de ser um usuário e
passar a ser um construtor destas tecnologias, haja vista seu domínio e
interesse de interagir com estas ferramentas.
Sem
abrir mão de uma visão crítica, Romaní e Pardo prosseguem relembrando os
valores positivos que surgem a partir das ideias de O'Reilly e da evolução da web, mas não
se furtam de fazer um levantamento dos posicionamentos contrários à ideia de web
2.0. Além de destacar a confusão tecnofóbica do progresso infinito,
reconhecendo que é difícil traçar um perfil honesto do tema, pois grande parte
da indústria está preocupada em assegurar mercado e, em alguns casos, em
impedir que produtos mais econômicos e eficientes ganhem espaços já cativos.
CONCLUSÃO
A web é como um ecossistema vivo
e, por isso, em constante transformação, criação e recriação. É possível que
neste momento o conceito de web 2.0 esteja passando por novas reformulações.
Planeta web 2.0 é um artigo de fundamental
importância para aqueles que desejam compreender o atual panorama da web, não só para os profissionais da
comunicação e informação, mas principalmente para os educadores em geral, além
de todos aqueles que de alguma maneira lidam com a construção e a difusão do
conhecimento. O artigo traz a tona uma visão conscientemente crítica e clara da
realidade virtual. Mas, principalmente um cuidadoso levantamento e
sistematização de referências para quem se interessar pelo aprofundamento no
tema.
O tema também
incentiva os leitores a participar de wikis, twiters e tantos
outros espaços que são alimentados e estruturados por todos que ali passam isso
é web 2.0.
Observa-se
que a colaboração não nasce com a web,
nem mesmo com a web 2.0.
Esta última, porém, por meio de seus milhares de internautas-construtores,
constitui-se a partir da colaboração e da construção conjunta. Isso, inclusive,
altera a ordem social de consumo de informações "verdadeiras", ou
pacotes prontos criados por seres e entidades autorizados para tal. Esse
contexto colaborativo se forma na web e além dela, como um modo de trabalhar
em redes de reciprocidade, sendo que a web
2.0 tem melhorado simplificando
e enriquecido as formas e os canais de comunicação entre as pessoas e os
espaços de construção de informação.
Este
livro Planeta Site 2.0. Inteligência coletiva, ao mesmo tempo desenha um breve
marco teórico para o darwinismo digital da WorldWide Site e tem um vasto mapa
de leituras para aqueles interessados em compreender e aprofundar o momento
evolutivo de Internet e também o fortalecimento da inteligência coletiva, como
base temos, as atualizações de versões do software, os modelos de programação,
visto que a cada dia reforçamos as idéias surgidas e sugerida a sociedade.O
conceito assentou-se já no universo digital, enquanto o mundo acadêmico começa
a pesquisar seriamente o fenômeno e analise por meio da procura de um
definitivo modelo de negócio. Já nos primeiros anos do novo século, temos
resultados altíssimos descrevendo um novo tipo de aplicações emergentes.
Dessa
forma, a comunicação sem fio está cada vez mais em andamento e Castell (2006)
considera assim que se vive em uma sociedade em rede móvel. O surgimento de 3G
móvel foi o que deu sentido a esta transformação, onde, a telefonia móvel
Mobile a qual passou de telefones sem fio para ferramentas que executam várias
ações de interação e para alcançar essa maturação de comércio é preciso que
agentes se modifiquem e adaptem as técnicas para alcançar os preços de
celulares, ou seja, custos de conexão também sejam atrativos.
